O ESTUDO GEOGRÁFICO DO USO DO NOME SOCIAL NO EXAME NACIONAL DO ENSINO MÉDIO: A ENTRADA DA POPULAÇÃO TRANS NO ENSINO SUPERIOR

Autores

DOI:

https://doi.org/10.31692/2595-2498.v2i2.93

Palavras-chave:

Transexuais, Travestis, ENEM, Geodiversidade

Resumo

O presente trabalho traz à tona uma pesquisa de grande importância para o âmbito da geografia que é o estudo da diversidade social no âmbito da ciência geográfica, estudar o gênero e suas particularidades é de grande valia, pois consegue compreender as relações sociais. O objetivo central é analisar a importância da utilização do nome social no Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) com relação aos percentuais de adereção a essa nova conquista. O trabalho se justifica mediante a necessidade de ter estudos voltados para a área LGBT’s dentro da ciência geográfica, a mesma por ser um amplo campo de estudo multidisciplinar e que conseguem percorrer por diversos vieses. Além disso, é notório que estudo como esses são escassos na academia, sendo assim, uma maior contribuição para a temática LGBT’s no Brasil. A pesquisa faz uso de pesquisas referenciais e bibliográficas com relação a conquista por parte das travestis e transexuais no direito da utilização do nome social em diversos processos seletivos como é o caso do Enem, bem como em artigos e postulado concernentes a temática, uma vez que existe poucos estudos na área, bem como escassos artigos e resumos sobre o uso do nome social. O artigo está dividido de forma sequencial e objetiva, onde será possível entender a utilização do nome social na constituição federal, e sua alocação na atualidade, bem como o processo que se deu essa nova adequação no Exame Nacional do Ensino Médio. O uso do nome social é um importante direito que as travestis e transexuais conseguiram, um direito constitucional da cidadania.

Downloads

Biografia do Autor

  • Rebecka de França, Instituto Federal do Rio Grande do Norte

    Licenciatura em Geografia, IFRN

  • João Paulo Teixeira Viana, Instituto Federal do Rio Grande do Norte

    Licenciatura em Geografia, IFRN

  • Jeam Claude de Souza Gomes, Instituto Federal do Rio Grande do Norte

    Licenciatura em Geografia, IFRN

  • Maria do Socorro Pessoa Fé, Instituto Federal do Rio Grande do Norte

    Licenciatura em Geografia, IFRN

  • Levi Rodrigues de Miranda, Instituto Federal do Rio Grande do Norte

    Possui graduação em Licenciatura curta em Estudos Sociais pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (1977), graduação em BACHARELADO em GEOGRAFIA pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (1983), graduação em LICENCIATURA EM GEOGRAFIA pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (1979) e mestrado em ARQUITETURA E URBANISMO pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (2004). Doutor em CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO, na especialidade Desenvolvimento Curricular pela UMINHO, BRAGA/PORTUGAL. Atualmente é professor/aposentado do INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE -IFRN Campus Central, atuou no ensino Técnico integrado e no Curso Superior de Licenciatura em Geografia. Tendo experiência no Acompanhamento de Estágio Curricular e na área de ensino da Geografia,com ênfase em Geografia Urbana,Geografia do RN, Geografia Regional do Brasil e Geografia Cultural. Atuou principalmente nas seguintes temáticas: expansão urbana, urbanização, Cajueiro/RN, produtores imobiliários,Ensino da Geografia, Iniciação a docência e PIBID. Participou do NUPEG( Núcleo de Pesquisas em Estudos Geográficos) e Coordenou o Programa de Residência Pedagógica de Geografia do IFRN- Campus Central.

Referências

AGÊNCIA BRASIL. Aumenta o uso do nome social por travestis e transexuais no Enem 2016. Último Segundo, IG,12/10/2016.Disponível em: . Acesso em 12 mai. 2017.

ARAN, Márcia; MURTA, Daniela e LIONÇO, Tatiana. Transexualidade e saúde pública no Brasil. Cienc. Saúde coletiva. V14, n.4. p.1141-1149, jul/ago.2009. in http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S141381232009000400020&lng=pt&nrm=iso, acessado em 19 jun. 2013. DOI: https://doi.org/10.1590/S1413-81232009000400020

BAGOAS: revista de estudos gays, Natal, v. 1, n. 1, p. 217-240, jul./dez. 2007. GAGLIANO, Pablo Stolze. Novo curso de direito civil: 2. ed. São Paulo: Saraiva 2002, v. I.

BENTO, Berenice. A reinvenção do corpo: sexualidade e gênero na experiência transexual. 2ª edição – Natal: EDUFRN. 2014. BENTO, Berenice. Nome social para pessoas trans: cidadania precária e gambiarra legal. Contemporânea – Revista de Sociologia da UFSCar, São Carlos, v. 4, n. 1, jan.-jun. 2014, pp. 165-182. Disponível em: . Acesso em 12 mai. 2017.

CERQUEIRA, Rodrigo Mendes. Nome social: propósito, definição, evolução histórica, problemas e particularidades. Revista Jus Navigandi. Teresina, ano 20, n. 45219, 12 dez. 2015. Disponível em: . Acesso em 12 mai. 2017.

FREIRE, L. Configurando identidades: os múltiplos processos de construção de identidades homossexuais masculinas de jovens universitários no Rio de Janeiro.

MIRANDA, Francisco Cavalcanti Pondes de. Tratado de direito privado: Campinas, Bookseller, 2000, v. III.

Downloads

Publicado

30.08.2019

Como Citar

O ESTUDO GEOGRÁFICO DO USO DO NOME SOCIAL NO EXAME NACIONAL DO ENSINO MÉDIO: A ENTRADA DA POPULAÇÃO TRANS NO ENSINO SUPERIOR. (2019). INTERNATIONAL JOURNAL EDUCATION AND TEACHING (PDVL) ISSN 2595-2498, 2(2), 1-14. https://doi.org/10.31692/2595-2498.v2i2.93